Agrícola

19/09/2018 07:13 Portal do agronegocio

Exportações do agronegócio cresceram 3,6% em agosto

As receitas do agronegócio brasileiro com as exportações cresceram 3,6% em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2017.

As receitas do agronegócio brasileiro com as exportações cresceram 3,6% em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2017, alcançando US$ 9,3 bilhões. Os embarques do setor no mês representaram 41,5% de todas as vendas externas feitas pelo Brasil em agosto, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic), compilados pelo Ministério da Agricultura, divulgados nesta sexta-feira.As receitas do agronegócio brasileiro com as exportações cresceram 3,6% em agosto deste ano em relação ao mesmo mês de 2017, alcançando US$ 9,3 bilhões. Os embarques do setor no mês representaram 41,5% de todas as vendas externas feitas pelo Brasil em agosto, de acordo com dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex/Mdic), compilados pelo Ministério da Agricultura, divulgados nesta sexta-feira.
 
As importações no mês passado, porém, recuaram 1,6% para US$ 1,1 bilhão em comparação com o mesmo intervalo de 2017. Com o resultado, o superávit do agronegócio ficou em US$ 8,2 bilhões, 5,1% mais que o registrado em agosto de 2017. Entre os itens mais exportados, o “complexo soja” (inclui grão, farelo e óleo), que geralmente lidera o ranking das vendas externas de produtos agrícolas do Brasil, foi um dos únicos que teve crescimento e registrou alta de 43,4%, para US$ 4 bilhões em agosto, refletindo a crescente demanda da China por esses produtos em meio à guerra comercial com os Estados Unidos. Somente os embarques de soja em grão totalizaram US$ 3,2 bilhões, resultado 43,7% superior ao de agosto do ano passado.
 
As vendas de farelo de soja também aumentaram, 46% para US$ 621,8 milhões, enquanto as de óleo de soja aumentaram 28,6% para US$148 milhões.
Entre os produtos mais importantes na pauta exportadora do setor, quase todos registraram queda em agosto. Embora tenha sido o segundo item mais exportado no mês passado, as carnes tiveram uma recuo de 0,5% para US$ 1,5 bilhão. As vendas externas carne de frango recuaram 8,2% para US$ 622,8 milhões, com retração de 3,5% no preço médio de exportação; as de carne suína tiveram queda de 29,8%, para US$ 109,6 milhões.
 
A exceção foram os embarques de carne bovina, que somaram US$ 699,3 milhões, 15,6% mais que o registrado no mesmo mês do ano passado.
Outros itens que registraram quedas na exportação foram: açúcar e etanol, cujas vendas externas recuaram 44,1% em agosto, para US$ 636,4 milhões, em relação a agosto de 2017; e as de café, que diminuíram 33,2% em agosto, para US$ 378 milhões.
 
Principal mercado para as exportações brasileiras do agronegócio, a China importou do setor US$ 3,4 bilhões em agosto, um aumento de 48,2% em comparação com o mesmo mês do passado. Como resultado, a participação do país asiático na balança do agronegócio também cresceu, de 25,6% em agosto de 2017 para 36,6% no mesmo mês de 2018.
 
Quando se considera o acumulado de janeiro a agosto, as vendas externas do agronegócio brasileiro também apresentaram resultado positivo. Houve um crescimento de 4,7% em relação ao mesmo intervalo do ano passado, para US$ 68,5 bilhões. As importações, porém, recuaram 0,7%, para US$ 9,4 bilhões nesse período.
 
Em nota, o Ministério da Agricultura destacou o desempenho recorde em volume das exportações de soja entre janeiro e agosto. As vendas externas de soja em grão saíram de 56,9 milhões de toneladas nos primeiros oito meses de 2017 para um volume recorde de 64,6 milhões de toneladas em igual intervalo de 2018.
 
A Pasta observa, ainda, que “apesar do crescimento nas exportações do agronegócio, os produtos do setor tiveram uma diminuição de participação na pauta exportadora brasileira, passando de 44,8% entre janeiro e agosto de 2017 para 43,1% entre janeiro e agosto de 2018. Isso ocorreu em decorrência do incremento mais acentuado nas exportações brasileiras de outros produtos que não do agronegócio, que registraram expansão de 12,3% em comparação aos 4,7% de crescimento dos produtos do agronegócio”.


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