O Forum da Comarca de Juara enviou a emissora uma Nota Pública do Presidente da AMAM- Associação Matogrossense dos Magistrados do Dr. Walter Pereira de Souza, onde o mesmo declara apoio aos trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelo MM. Juiz de Direito da Comarca de Juara Dr Wagner Plaza Machado Junior relatando ainda o episódio da prisão da advogada Dra Roseli de Macedo durante uma indiencia pública em Juara.
O fato, que ainda esta em fase investigação foi dissertado pelo Presidente da AMAM em atenção e referencia a versão fornecida pelo MM Juiz Dr Wagner Plaza.
Na Nota Pública, que é um Informativo da Presidência da AMAM sob o n 087/2010, consta nos relatos oferecidos pelo magistrado Dr Wagner Plaza, que o mesmo nega ter pedido a prisão da advogada em dois trechos da nota:
"Ao ter a certeza das palavras ditas pela advogada e diante de que todos os presente ouviram a afronta, não só a mim, mas a todo o Judiciário Mato Grossense, determinei a meu assistente que chamasse o Policial Militar que estava de serviço no Fórum para que lavrasse o competente Boletim de Ocorrência, deixando bem claro que não estava dando voz de prisão à advogada ."
mais adiante...
"Retirei-me da sala de audiência e encontrei o Cap. PM Franco acompanhado de outros policiais em frente a porta da sala de audiências, momento em que lhe esclareci os fatos e determinei que somente ele, capitão, entrasse na sala e promovesse, ali mesmo, o boletim de ocorrência. Na presença das partes e advogados, indiquei ao Cap. PM Franco a ofensora e a expressão por ela utilizada contra minha honra e contra a magistratura Mato Grossense, destacando que não se tratava de voz de prisão e para que o Cap. PM Franco nada fizesse enquanto o Presidente da OAB local chegasse à sala de audiência (grifo nosso). Passadas tais instruções, retirei-me da sala e fui ao gabinete da Promotora de Justiça Elide Manzini de Campos, onde permaneci até o início da audiência seguinte.
Fiz questão de não acompanhar os atos realizados pela PM e na Depol, sendo que na segunda feira próxima irei a Delegacia de Policia local para ser oitivado ."
A AMAM não opinia sobre o caso e diz na nota, que se houve desrespeito por parte da advogada para com o magistrado, a mesma não possui incapacidade tecnica e ao contrário, se houve má conduta por parte do Magistrado de Juara, o mesmo pode responder perante a corregedoria geral da república, Conselho Nacional de Justiça ou Ministério Público bastando que sejam enviadas as reclamações para esses órgãos:
"Quanto à medida adotada em razão das manifestações da Advogada, é o que a Lei permite, restando a futura apuração ao Órgão Competente."
"Insulta ao Magistrado, desmerecendo sua decisão ou mesmo inquinando-a de vício externo, praticado por profissional da Advocacia em audiência, FORA DOS LIMITES PROCESSUAIS PERMITIDOS serve a esconder incapacidade técnica própria ou alimentar, gratuitamente, o descontrole institucional.
Se defeito há na decisão judicial, ao recurso cabível. Se má conduta do Magistrado é evidenciada, as reclamações podem ser endereçadas à Corregedoria Geral da Justiça, Conselho Nacional de Justiça, Ministério Público, ou seja, inexiste possibilidade de não haver a devida apuração." (grifo nosso)
Ao final da nota, o Presidente da AMAM Dr Walter Pereira de Souza, expressa seu apoio incondicional aos trabalhos em desenvolvimento executados pelo Magistrado de Juara Dr Wagner Plaza com as seguintes palavras :
"Deste modo, a ASSOCIAÇÃO MATOGROSSENSE DE MAGISTRADOS ? AMAM, vem a público dar conhecimento da manifestação do Magistrado WAGNER PLAZA MACHADO JUNIOR, da 2ª Vara da Comarca de Juara, bem como, externar-lhe incondicional apoio nos trabalhos em desenvolvimento na referida Comarca."
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Fonte:Rádio tucunare com informações da AMAM e TJ juara












