Juara

13/06/2019 07:25 Da redação acessenoticias

Comandante do 21º BPM de Juara diz ser a favor das alterações no Código de Trânsito Brasileiro (CTB)

Está sob analises na Câmara dos Deputados por meio de uma comissão especial, a proposta do governo Federal, Jair Messias Bolsonaro que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), e entre as mudanças na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) estão o aumento do número de pontos para sua suspensão e a ampliação de sua validade, entre outras medidas.

A reportagem da Rádio Tucunaré e acessenoticias conversou com o Tenente Coronel PM Waldir Felix, comandante do 21º Batalhão da Polícia Militar do Vale do Arinos para saber seu posicionamento sobre essas mudanças.

O Coronel explicou que o Detram que é um órgão estadual fiscalizador do transito não consegue cumprir esse papel na integridade, em virtude de não ter estrutura e nem efetivo, e por isso é favorável sim as novas mudanças.

Um dos entraves é quando o condutor precisa desembolsar dinheiro para viajar ir até a capital para apresentar seu exame de vista e comprovar que está apto a dirigir, e que o prazo para renovação deveria ser maior. Ainda segundo o Coronel, o foco deveria ser para aqueles condutores que cometem acidentes.

A Polícia Militar não tem grandes estrutura para fiscalizar, assim como também o Detran não tem, e citou como exemplo, a questão do uso da cadeirinha que na maioria das vezes  passa despercebido entre outros.

Veja algumas das alterações que poderão ocorrer caso seja aprovado:

O projeto também acaba com o prazo de 15 dias para que o candidato reprovado, no exame escrito ou prático, possa refazer a prova.

Faróis

A proposta acaba ainda com a multa para quem trafegar em rodovias durante o dia com os faróis desligados. O texto prevê o uso do farol apenas nas rodovias de faixas simples, não duplicadas, e apenas nos casos em que os veículos não possuam a luz de rodagem diurna (luz diurna de LED).

Motociclistas

O texto também prevê mudanças para os motociclistas e passageiros desses veículos. A ideia é que sejam punidos com multa os que forem pegos utilizando capacete de segurança sem viseira ou óculos de proteção, ou com viseira ou óculos de proteção em desacordo com a regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Apesar da ampliação da sanção para a categoria, a infração passa a ser enquadrada como média.


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