Baixa histórica em nível de rio atrasa comércio exterior do Paraguai

Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no pinterest
Agência Brasil

As embarcações que transportam grãos e outros produtos pelo Rio Paraguai na altura de Assunção estão utilizando metade de sua capacidade de carga devido ao baixo nível do rio, em meio a uma seca histórica que afeta o comércio fluvial em toda a região, afirmaram representantes do setor.

A seca reduziu drasticamente o nível do rio que nasce no Brasil, cruza o Paraguai e deságua no Rio Paraná, no norte da Argentina.

Especialistas estimam que o fenômeno, iniciado há três anos, deve se prolongar pelo menos até 2022 no Paraguai, quarto maior exportador de soja do mundo. O problema também ocorre no escoamento de grãos da Argentina.

“A situação é crítica e delicada. Há uma grande proporção das embarcações que não está sendo utilizada, o que se traduz em um custo direto na hora de levar produtos ao Rio da Prata”, disse à Reuters o presidente da câmara paraguaia de exportadores de cereais e oleaginosas, César Jure.

“No final do ano ainda teríamos um estoque de mercadorias para exportar, tanto para a indústria quanto para a soja em grãos. A nova safra terá que esperar em silos até que possamos liberar a antiga”, acrescentou ele.

O diretor do Centro de Armadores Fluviais e Marítimos do Paraguai, Juan Carlos Muñoz, disse que a seca fez com que o tempo de viagem ao Rio da Prata triplicasse.

“Todo o comércio está atrasado, tudo está atrasado. É um ano complicadíssimo, já que 96% do comércio exterior do Paraguai é feito pelo rio e isso implica um impacto muito grande na economia nacional”, afirmou.

O plantio de soja, que começa no mês que vem, poderá ser afetado pela falta de fertilizantes, disse Muñoz. Jure, por sua vez, afirmou que a situação obrigou o setor a buscar alternativas de transporte terrestre a portos do Brasil para que os contratos fossem cumpridos.

O Paraguai, que produz aproximadamente 10 milhões de toneladas de soja por ano, possui uma frota de cerca de 3 mil embarcações que transportam a safra local e parte do que é produzido nas regiões de fronteira com Brasil e Bolívia por meio da hidrovia Paraguai-Paraná, até os portos do Rio da Prata.

Fonte: Agência Brasil

Mais recentes

Juju Salimeni interagiu com os seguidores novamente na última quinta-feira, e através da caixinha de perguntas no Instagram, abriu o coração ao ter sido questionada sobre o fato de não querer ter filhos. Na ocasião, um internauta citou papo de maternidade, e a musa fitness justificou a decisão. “O povo adora julgar, mas não quer saber a visão de cada um. Não é uma decisão eterna, pode ser que mude algum dia. Nunca tive esse sonho. Não sinto vontade de ser responsável por outra vida”, iniciou ela, que recentemente terminou o namoro com o empresário Helisson Dias. “Tenho desejos e planos que não quero abrir mão e como mãe teria que fazê-lo. Ser mãe é um compromisso eterno que não me sinto apta a assumir. Não tem nada a ver com corpo, porque sei que sou capaz de voltar a forma totalmente. Simplesmente não tenho vontade e isso é normal”, concluiu Juju Salimeni.

Siga-nos

Com muito ❤ por go7.site