Criança de 4 anos morre afogada na piscina de residência em Juara

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Um garotinho de apenas 4 anos morreu afogado em uma piscina numa residência localizada na Rua Primavera do Bairro Porto Seguro em Juara, por volta das 17:30 de sexta-feira.

Segundo informações a mãe teria deixado a criança sob os cuidados de uma mulher de nome Daniele, pois ela precisou sair, ela havia chegado hoje do município de Ipiranga do Norte para trabalhar em um bar na cidade.

A polícia foi acionada via 190 pela Daniele que desesperada pedia ajuda para socorrer o garotinho Rodrigo que estava afogado na piscina, imediatamente a Guarnição Militar deslocou até o endereço e durante o caminho a GUPM recebeu outra ligação de Daniele informando que a mãe já havia saído de casa de carro com a criança a caminho do hospital.

Neste momento a guarnição militar entrou em contato com o hospital informado do ocorrido  para que os profissionais ficassem preparados devido a urgência da ocorrência, e durante o trajeto até o local do fato na Rua Primavera a Guarnição militar encontrou o veículo que prestava socorro parado na rua e o garotinho estava no chão e o condutor do veículo tentava reanimar a criança. 

A polícia militar também tentou fazer a reanimação do garotinho enquanto era encaminhado para o hospital, quando chegaram no pronto socorro a equipe médica já estavam prontos e fizeram de tudo, mas a criança não reagiu e faleceu.

Daniele disse à polícia que ela estava com as duas crianças, uma é filha dela e o Rodrigo de 4 anos. ela ofereceu comida para eles, mas o garotinho não quis comer e que teria ido brincar próximo a piscina e ela adentrou a residência junto com seu filho.Daniele disse ainda que após 5 minutos ela sentiu falta do Rodrigo e foi procurar na frente de casa para ver se ele havia saído para rua, mas notou que o portão estava fechado ela retornou e visualizou o corpo do garotinho boiando na piscina.

O corpo da vítima foi levado para exames de necropsia pois havia a suspeita de que a criança teria sofrido alguma pancada na cabeça em virtude do acidente, porém após o exame o médico legista Dr. José Braga Neto ficou constatado que ela morreu realmente por afogamento, não havia lesões e nem sinais de violência física,  mas os pulmões estavam cheios de água e que ela morreu no local.

A polícia Judiciária civil instaurou procedimento investigatório para apurar em quais circunstâncias ocorreu este fato e todos que estavam na residência serão chamados para depoimentos.

Fonte: Acesse Noticias/Radio Tucunaré

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