Crise pode limitar oferta de medicamentos veterinários

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Passado o momento mais crítico da pandemia no Brasil, o Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan) acaba de divulgar os resultados da terceira rodada da pesquisa “Termômetro da Indústria de Saúde Animal”, que contou com a participação de 35 empresas do setor associadas à entidade. Apesar de uma leve melhora na confiança dos executivos em relação ao cenário macroeconômico do país, 60% dos respondentes admitem que existe a possibilidade de enxugamento de seus portfólios nos próximos meses.

Para 71,4% das empresas ouvidas pela pesquisa, o aumento nos custos com matéria-prima vem tirando a competitividade dos medicamentos atualmente à venda no Brasil e, em alguns casos, inviabilizando a sua comercialização. A alta do dólar e as dificuldades na importação de insumos contribuem para esta situação. Mas o aumento dos custos com fornecedores internos também foi reportado por 74,3% dos entrevistados.

“Apesar das dificuldades durante a pandemia, o setor conseguiu manter o fornecimento de medicamentos fundamentais para a cadeia de produção e a saúde dos animais de companhia. Mas o aumento nos custos observadas nos últimos meses deve inviabilizar a produção de algumas linhas que já tinham margens mais apertadas”, afirma Emilio Salani, vice-presidente executivo do Sindan.

A terceira rodada da pesquisa também procurou entender como o Covid-19 tem impactado o dia a dia das empresas. De acordo com o levantamento, somente 8,6% das equipes de campo já retornaram normalmente ao trabalho, enquanto 68,6% estão operando parcialmente. Chama a atenção o fato de 22,9% ainda estarem impedidas de visitar clientes. Entre as equipes internas, 77,1% seguem trabalhando normalmente em esquema home office.

Mesmo diante de tantas dificuldades, o ano de 2020 não será perdido – como acreditavam muitos executivos no auge da pandemia. “Para 48,6% dos respondentes, os objetivos traçados no início do ano serão alcançados, enquanto 8,6% acreditam que os resultados serão ainda melhores. Na outra ponta, 42,9% acreditam que os negócios serão, de fato, impactados pelo coronavírus.

Fonte: Sindan

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