Cuidados com matocompetição são essenciais para garantia de melhor produtividade na safra

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Os preparativos para o plantio da safra nova de soja e milho estão a todo vapor no Brasil. É nesse momento que o produtor precisa se atentar para fatores que podem impactar sua produtividade, como a matocompetição. A buva, por exemplo, com uma planta por m² na média da área, chega a gerar prejuízo na cultura da soja de 14%, enquanto uma touceira do capim-amargoso pode causar impacto de até 21%, segundo Leandro Paiola Albrecht, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e pesquisador do Supra Pesquisa.

“A matocompetição da buva e do capim-amargoso gera prejuízos consideráveis para a soja, milho e outras culturas no Brasil. O capim-amargoso, por exemplo, pode representar impacto de até 21% na produtividade da soja com uma touceira por m² na média da área, ou seja, um quinto da lavoura pode ser perdido. Para exemplificar, seria um impacto no caso do amargoso ao valor de uma Hilux a cada 150 hectares”, explica Albrecht.

O pesquisador e sua equipe realizam pesquisas com plantas daninhas desde 2011 e, desde 2015, com foco em manejo de resistência, em espécies como buva e amargoso. Isso em diferentes cenários de produção, safras e regiões do Brasil. Os gráficos abaixo destacam os impactos na produtividade média da soja com a ocorrência das pragas em condições diversas.

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Fonte: Supra Pesquisa

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Fonte: Supra Pesquisa

Além dos prejuízos bilionários a cada temporada agrícola, por conta dos impactos diretos na produtividade brasileira, as plantas daninhas também causam danos indiretos na produção de grãos e cereais, como dificuldades no momento da colheita com a matocompetição e perda da qualidade do produto final, principalmente no caso do arroz, com redução do potencial de comercialização pelo produtor. Albrecht também explica que a resistência é um tema que tem preocupado os agricultores.

“Cada vez mais vem a questão do manejo de resistência no Brasil. A buva, por exemplo, tem o que chamamos de resistência múltipla, de vários produtos e diferentes regiões, e isso é um grande desafio para o produtor”, afirma. “Esse é o momento de combater o mato para entrada da cultura e os produtores precisam utilizar as ferramentas disponíveis para isso, na maioria químicas no caso das plantas daninhas, mas a atenção precisa ser constante, com investimentos em novas tecnologias e estratégias”, ressalta.

Fonte: BASF

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