Delegado regional fala sobre investigações de chacina em Aripuanã

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Uma chacina ocorrida no último final de semana no município de Aripuanã, chocou a população da região noroeste do estado de Mato Grosso, pois quatro pessoas sendo três da mesma família foram assassinadas de forma brutal e com requinte de crueldade, duas das vítimas foram algemadas e uma mulher teve o corpo carbonizado, ficando praticamente irreconhecível.

Os corpos de Euzilene Tavares Viana, de 41 anos, conhecida como “Babalu” do filho dela Luiz Felipe Viana Antônio Da Silva, de 19 anos, do seu marido Leôncio Jose Gomes, de 40 anos, o ‘Maiado’ e de Jonas Dos Santos, 25 anos, foram encontrados numa região de mata na MT 208, entre Tutilância e Aripuanã. Os corpos tinham sinais de execução, e ao lado deles havia uma caminhonete S 10 incendiada.

O delegado regional de polícia civil da cidade de Juína Carlos Francisco De Moraes, concedeu entrevista ao site Juína News e disse que a delegada doutora Amanda Menucci, da cidade de Aripuanã já efetuou os primeiros trabalhos de investigação de local de crime, porém, a equipe da regional dará sequência na ação, uma vez que existe várias informações, sendo algumas contraditórias em relação a chacina.

Carlos Francisco não descarta nenhuma possibilidade até o momento, e ressalta que o crime poder ter apenas uma autoria, como também vários outros autores, fato que ainda está em análise, pois existe a possibilidade de uma das pessoas que estavam com as vítimas ter sobrevivido, mas ainda não há nada confirmado oficialmente, levando a polícia analisar várias linhas de investigação que poderá estar relacionado a atividade garimpeira que era exercida pelas vítimas, como também ligações com outras atividades que ambos exerciam na cidade.

O delegado lembrou que esse não foi o primeiro crime em que pessoas da mesma família foram assassinadas no garimpo clandestino da cidade de Aripuanã, pois no início do ano de 2020, uma outra família foi vítima de crime de homicídio na região do garimpo, sendo que as investigações já se iniciaram e o delegado espera dá uma resposta para a sociedade o mais rápido possível, e acredita que o crime deve ter sido planejado por um autor, e a execução foi por outras pessoas.

Segundo o delegado está sendo realizada uma análise de vínculo, a fim de saber se as vítimas possuíam alguma outra atividade na região, e também o ciclo de amizades, a fim de se chegar nos autores da execução.

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Fonte: j

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