Egito autoriza exportação de produtos termoprocessados de aves do Brasil

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Após a autorização, licenças para embarques já foram emitidas, disse em nota o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra.

Segundo a entidade, os termoprocessados que foram autorizados são produtos como steaks empanados, mas a maior demanda do Egito neste segmento é direcionada à mortadela de frango.

“A forte procura pelo produto brasileiro indica uma demanda que até então estava reprimida, e que agora deverá incrementar a expressiva participação do mercado egípcio entre os principais importadores de produtos avícolas halal do Brasil”, afirmou.

Questionada pela Reuters sobre o potencial que o embarque destes subprodutos pode alcançar, a ABPA informou que ainda não há como projetar o desempenho de comercialização a longo prazo.

Décimo quarto principal comprador de carne de frango do Brasil, o Egito importou 39,1 mil toneladas da proteína entre janeiro e junho deste ano, volume que supera em 27% o total embarcado no primeiro semestre de 2019, conforme dados da associação.

No fim de março, o país árabe habilitou 42 plantas frigoríficas para carnes do Brasil, sendo 27 de frango e 15 da proteína bovina.

Além disso, o país renovou a habilitação de 95 empresas do setor (82 de carne bovina e 13 de carne de frango) e ainda autorizou o início da importação de miúdos bovinos brasileiros.

Depois de um recuo nas exportações do agronegócio para países árabes no primeiro semestre, a Câmara de Comércio Árabe-Brasileira disse à Reuters em junho que acreditava em uma recuperação motivada pelo aumento de vendas de aves para o Egito.

Fonte: Reuters

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