Especialista da Cobb defende uniformidade na produção de matrizes de frango

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Uniformidade. Essa é a palavra de regra que deve ser perseguida a todo custo para a produção de matrizes de frango. Quem defende essa proposta é o médico veterinário e gerente Regional da Cobb-Vantress, Lucas Schneider. As matrizes geram os pintinhos de um dia que vão povoar as granjas até que estejam prontos para o abate. Se a produção dessas aves “mães” falhar em algum ponto, toda a cadeia de frango pode sofrer com perda de desempenho.

“O sucesso na produção de ovos e pintainhos de melhor qualidade tem uma relação estreita com a uniformidade. Matrizes uniformes geram ovos uniformes e pintinhos uniformes”, explica. De acordo com ele, usar as boas práticas de produção é fundamental para alcançar um plantel com mesmo peso. “Para chegar à uniformidade, o produtor tem que ter foco naquilo que é simples, como bom arraçoamento, ingestão de nutrientes necessários na ração e ainda as seleções para manter os lotes uniformes”, explica.

Ainda segundo ele, o trabalho é mais simples se o produtor seguir as orientações das casas genéticas, que são as responsáveis por desenvolver as aves através de pesquisa e seleção das melhores. “Temos que dar atenção ao controle do peso. Uma das funções que os criadores devem ter é procurar seguir ao máximo as tabelas de peso das casas genéticas. Esses números são gerados em cima dos melhores resultados de performance, com os melhores pedigrees”, orienta o médico veterinário.

Ao contrário dos criadores de frango, que recebem por quilo, o produtor de matrizes recebe por ave. São cinco meses e meio para que o ciclo de recria seja completo. Nesse tempo, recebe mensalmente por ave produzida. “É feito um pagamento mensal, mas os produtores podem ter bonificações, por exemplo, se atingirem alta viabilidade”, encerra Schneider.

Fonte: Cobb-Vantress

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