Estudantes na França deverão usar máscaras cirúrgicas em sala de aula

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Front view of a student wearing a protective mask walking in a campus

Os estudantes da França, a partir desta segunda-feira (8), não podem mais utilizar as chamadas máscaras artesanais em sala de aula, pode determinação do governo do país, que exige que se faça uso de máscaras cirúrgicas do tipo 1, com filtragem superior a 90%.

A medida, que já havia sido anunciada há uma semana, entra em vigor em meio a outras iniciativas que visam frear as novas variantes mais contagiosas do novo coronavírus, como a britânica, cuja presença no território francês vem crescendo.

Além disso, com o objetivo de conter a propagação destas mutações do patógeno, ou seja, também a brasileira e a sul-africana, a Direção Geral de Saúde (DGS) decidiu reforçar o rastreamento de casos, o isolamento de pessoas que deram positivos e permitir a paralisação de aulas.

Os dispositivos não relacionados ao setor de ensino também foram adaptados. A partir de agora, todos os testes PCR que derem positivo terão que ser seguidos de um segundo procedimento, para identificar a presença de alguma variante nas 36 horas seguintes.

Os casos positivos destas variantes terão que se isolar durante dez dias, e não sete, como ocorre na França com os positivos da cepa tradicional, que foi majoritária no país até o momento.

Caso a pessoa seja infectada, ela precisará fazer um novo teste após o período de isolamento. Caso o resultado volte a ser positivo, será necessário ficar mais sete dias afastado de outros contatos.

Quem for identificado como próximo àquele indivíduo que foi diagnosticado como portador do novo coronavírus, terá que passar por bateria de testes, inclusive, que rastreiem a presença de novas variantes.

Fonte: R7

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