Fabricante de medicamento Ivermectina para uso em humanos emite Nota sobre declarações de outro laboratório . Leia nota

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No dia 5 de Fevereiro de 2021 a equipe de reportagem reproduziu uma matéria jornalística do site R7 no site da rádio Tucunaré.

A matéria que leva o título : Covid-19: Ivermectina não tem evidência de eficácia, diz fabricante postada no link https://www.radiotucunare.com.br/covid-19-ivermectina-nao-tem-evidencia-de-eficacia-diz-fabricante.

A matéria em pauta é replicada, pois devido à distância dos grandes centros, as matérias de cunho Nacional são copiadas, com os devidos créditos, especialmente em relação a pandemia do COVID19, que é de interesse da população.

Insatisfeitos e discordantes do conteúdo da citada matéria, a indústria Vitamedic Indústria Farmacêutica, produtora da Ivermectina no Brasil, solicitou resposta, para expor a sua versão, no que diz respeito ao uso do medicamento das colocações contidas na matéria replicada.

A responsabilidade das declarações são sempre de quem as faz,  mas havendo informações inverídicas, se faz necessário o restabelecimento da verdade.

Desejando prevalecer a verdade, e ofertar mesmo espaço para essa expressão, a direção da Rádio Tucunaré publica abaixo, a nota enviada pela empresa Vitamedic Industria farmacêutica enviada através de seu representante:

“A VITAMEDIC INDÚSTRIA FARMACÊUTICA, produtora da Ivermectina no Brasil, esclarece que a declaração do grupo farmacêutico MERCK- MSD sobre a eficácia do medicamento Ivermectina no tratamento da COVID-19, reflete sua opinião isolada sobre o assunto. A empresa MERCK MSD não é produtora de Ivermectina para humanos no Brasil. Desconhece-se qualquer estudo pré-clínico que essa empresa tenha realizado para sustentar suas afirmações quanto a ação terapêutica no contexto da pandemia do COVID-19. Contrariamente ao que diz a empresa MERCK, existem evidências médicas e científicas ao redor do mundo demonstrando a ação antiviral do medicamento. Dezenas de estudos feitos em diversos países demonstram os benefícios do medicamento especialmente nas fases iniciais da doença e, por essa razão, a comunidade médica internacional e também do Brasil passou a inclui-la nos protocolos de tratamento da COVID19. Trata-se de um medicamento de baixo custo e de reduzido impacto de efeitos adversos.”

 

Fonte: Rádio Tucunare com VITAMEDIC INDÚSTRIA FARMACÊUTICA