Impacto da qualidade do sêmen sobre a fertilidade a campo em bovinos

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A fertilização envolve um processo complexo e requer muitos atributos espermáticos para seu sucesso. Ainda há uma grande variação no sêmen de diferentes touros e partidas, o que causa uma oscilação no potencial de fertilidade. O sêmen bovino pode ser considerado qualitativamente viável e potencialmente fértil quando apresenta bons indicadores de qualidade nas análises laboratoriais, garantindo os melhores resultados na inseminação artificial.

Com o aumento do uso da inseminação artificial em tempo fixo, os desafios ficaram ainda maiores devido a pressão de seleção no controle de qualidade do sêmen congelado – tendo nas avaliações laboratoriais, o processo que permite definir a qualidade das amostras. Segundo Neimar Correa Severo, Gerente de Produção da Alta, a empresa possui os mais modernos equipamentos de avaliação de sêmen e conta com uma equipe de técnicos qualificada para interpretação dos resultados.

“Inicialmente, avaliamos o peso do ejaculado recém colhido através da balança analítica; em seguida, a concentração de espermatozoides é feita pela tecnologia NucleoCounter® SP100™, que permite uma avaliação precisa da quantidade de células, evitando-se, assim, a análise subjetiva; depois, a morfologia espermática é checada por meio de ótimos microscópios, que permitem uma avaliação diferenciada das amostras; por fim, o controle final do sêmen é realizado através de técnicas precisas que avaliam a qualidade dos espermatozoides pós-congelamento, como a integridade das membranas e a motilidade total da amostra.

Além de todo o processo de análise laboratorial, a Central possui um programa de fertilidade de sêmen que identifica com precisão touros com as melhores taxas de concepção, por análise detalhada de informações de prenhez à campo.

O Concept Plus apresenta respostas concretas sobre a variação de concepção de touros no campo, que não são explicadas pelas análises laboratoriais, acabando com as especulações que são cultivadas no mercado de Inseminação Artificial.

A bioestatística do projeto é única e altamente eficiente, pois trabalha excluindo outros efeitos que interferem na fertilidade no campo, tais como escore corporal, inseminador, partida de sêmen e raça da matriz, e isolando a contribuição do touro sobre a taxa de concepção. Atualmente, a quantidade de informações recebidas anualmente torna o programa extremamente robusto, aumentando ao máximo acurácia das informações geradas e a exatidão dos touros identificados.

Ele ainda ressalta que além de toda essa cautela no controle de qualidade inicial e final do sêmen congelado, que carrega a genética dos melhores reprodutores melhoradores, a Alta também redobra os cuidados sanitários dos doadores de sêmen para que eles não transmitam doenças infectocontagiosas aos rebanhos usuários dessa genética.

Por isso, é necessário o controle de doenças venéreas, como a campilobacteriose e a tricomonose, e doenças importantes nos rebanhos, como brucelose, diarreia viral bovina e tuberculose.

Fonte: Alta Genetics

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